Os pedais de reverb sempre foram alvo de fortes críticas durante anos a fio. Isto durou por tanto tempo que formou uma "opinião coletiva" a respeito dos reverbs antigos analógicos serem melhores do que os digitais.
Bem, na verdade, eram de fato, e foi assim por bastante tempo. Só que, na entrada deste novo século, novíssimos avanços tecnológicos providenciaram uma forte guinada no que diz respeito exatamente a qualidade sonora dos novos reverb digitais.
Bem, na verdade, eram de fato, e foi assim por bastante tempo. Só que, na entrada deste novo século, novíssimos avanços tecnológicos providenciaram uma forte guinada no que diz respeito exatamente a qualidade sonora dos novos reverb digitais.
Estes novos recursos de reverb externos ao amplificador começaram a surgir lá por volta de 2005. A tecnologia empregada é tamanha que, em determinados modelos, foge ao ouvido humano a capacidade de determinar se o recurso é um analógico ou não. E foi justamente esta a intenção de seus criadores.
E não para por aí, digo, não é apenas na qualidade sonora que estes novos pedais são excelentes, mas também na versatilidade e controlabilidade dos efeitos desejados. O guitarrista obtém desde uma simples e pequena ambiência até os mais fortes sonoridades que eram atingidas antes somente pelas unidades externas de reverb valvuladas.
Alguns exemplos destes pedais:
Holy Grail
Boss FRV-1
Boss FDR-1
Para os mais puristas (ou céticos) do som analógico, nem tudo está perdido, pois já existe até pedal de reverb de mola analógico também, como por exemplo, o Solemate:
Cada vez mais os profissionais entendem que seus recursos de reverberação de sinal devem ser incorporados ao preset que carregam consigo.
Trata-se de dar identidade, portabilidade e conectividade ao seu som. Carregue consigo o seu reverb também; você tem agora como escolher o seu, sem ficar a mercê daquele que o amplificador tem ou não para lhe dar.
Trata-se de dar identidade, portabilidade e conectividade ao seu som. Carregue consigo o seu reverb também; você tem agora como escolher o seu, sem ficar a mercê daquele que o amplificador tem ou não para lhe dar.
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